O ego é saudável?

A cidade de São Paulo.

Os retratos

Visiveis-invisiveis

A “elite” intectual

Dá preguiça

Mas também sou eu.

Fazer o quê.

Entre a cracolândia

E a arte

Nessa cidade

Que é um mundo.

Obrigada

Mas nem tanto.

(Retratos Invisíveis, mostra de Alex Flemming em um dos prédios “abandonados” do centro — quinta-feira, Agosto, 2026)

Você quer ajuda?

Toda puta já brincou de boneca.

Todo terrorista já jogou futebol.

O mundo dos adultos. Texto: Michele Ferreira. Jornada do Patrimônio. Vila Itororó, São Paulo – Domingo.  2026.

Plan B

Monica e Cristina

Um presente que a vida me deu.

Esse amor que flui.

Essa sabedoria.

****

Acho que parte da angústia
É viver esse entre
Não conseguir estar absorto na vida
E nem conseguir morrer
Esse é luto.

Lute

Quem

Quem sou eu, pra mim?

E quem o meio quer que eu seja?

Um personagem no teatro psíquico de outrem?

Não mais.

E pagaremos o preço.

Quantas

Vezes

For

Necessário.

O fim

Advogados

Friezas

Não-ditos

A minha raiva

O meu agradecimento

As dores ocultas

O horizonte foggy que começa entre as ruínas.

“Que todas as formas de amor que criamos encontre um ponto bonito de descanso dentro de nós. E o que restante se cure.”

“Que assim seja. Um abraço apertado”

Você

Mulher negra

Que dormia na nove de julho

Que me dizia bom dia

Que um dia me chamou de “linda”

E eu senti no coração que a beleza vinha de você

Eu nunca mais te vi

Mas a você acendo essa vela

Eu queria poder ter feito mais

Espero que o seu espírito

Esteja livre

Que não tenha humilhação

Nem dor

Nem abandono

Que a sua pureza

Encontre o leito eterno dos justos

Essa vela é pra você

Deusa, descanse no amor que vc nunca recebeu

Mas que nunca precisou

Porque o amor…

Era você

Could not hope

For a better game.

Pensei

No abraço que eu queria te dar

No abraço que eu nunca me dei

E nesse ciclo de amor e desamor

Eu poderia rimar

Com “me achei”

Seria uma rima

Não uma solução

Eu queria ainda te amar, apesar de tudo.