Controle.

Não se tem.

Mas a pergunta é:

Realmente importa?

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Pai.

Catavento – 12.2.2022

Ryôkan

“Desde quando cheguei a este lugar

Muitos anos se passaram

Quando estou cansado, descanso;

Quando estou bem, pego as sandálias e caminho.

Não me preocupo com o louvor dos outros,

Nem me lamento de seu desprezo

Com este corpo, recebido dos pais

Abandono-me ao meu destino,

Alegremente.”

Casa das Rosas – vítimas da pandemia

Siron Franco

Tunga – Itaúcultural – 06.2.2022

O alívio

De não ser curtida

De não ser lida

De não.

Messias

Ia ser um dia qualquer, mas alguém me parou na frente de um sebo

E:

“Você sabe o que é uma rocha metamórfica?”

Swimming Pool

Os constrangimentos.
A cumplicidade.
Os estranhamentos.
A falsa amizade.
A curiosidade.
Os silêncios.
O desajeitado.
O fim.
Os fragmentos.
A morte.
A morte do homem.
O retorno da imaginação.

Você sobrevive ao sutil?

Não peça desculpas

Saindo da aula de um professor, ouvi dele desculpas. “Eu peço desculpas por esse mundo trágico que estamos deixando.”

Senti um forte pesar por essa frase. Talvez o mais triste desse momento pandêmico é ver a tristeza nos olhos daqueles que tanto lutaram — e ainda percebem essa trajetória como insuficiente.

Isso me doi mais que qualquer futuro ou qualquer presente que eu tenha que enfrentar.

O mundo que eu quero é aquele que não machuca aqueles que nele vivem ou viveram.

Não, não peça desculpas.