Um prédio.

Uma furadeira, um secador de cabelo, uma mulher ao telefone. 

Uma música ao fundo, um martelo.

O incômodo do “real”.

Negação de outros reais?

O não fixar dos sentidos.

A alteridade. O sentir coletivo.

No teatro, barulho-sinfonia.

A romantização do cotidiano não é sua negação.